Obama assina lei que financia abortos com dinheiro de contribuintes
14 de outubro de 2013, segunda
Segundo um relatório realizado por um grupo de líderes provida, os fundos federais dos contribuintes poderiam subvencionar dezenas de milhares de abortos cada ano através da nova legislação em matéria de saúde popularmente conhecida como Obamacare.
“A polêmica sobre se a Lei de Assistência Sanitária Exeqüível gera financiamento de abortos com dinheiro dos contribuintes foi um tema arduamente debatido”, explicou Chuck Donovan, presidente do Instituto Charlotte Lozier. “Graças aos programas de planos multi-estatais, os estadounidenses serão cúmplices da morte de milhares de não nascidos cada ano através de seus impostos”, agregou.
O Instituto Lozier é a seção de educação e investigação da organização provida Susan B. Anthony List e num recente relatório entrega uma análise sobre os planos multi-estatais da Lei de Assistência Sanitária Exeqüível, presentes nos novos seguros médicos.
O instituto estima que os contribuintes federais vão subsidiar entre 71.000 e 111.500 abortos por ano através de novos créditos fiscais federais e a expansão do programa de saúde Medicaid para os assinados a planos que permitem o aborto.
Há 27 estados, além do Distrito de Colúmbia, que não proíbem o uso de planos de saúde com cobertura de abortos induzidos. Assim mesmo, 17 estados permitem que os fundos estatais se utilizem para cobrir abortos induzidos dentro de seus programas Medicaid.
Mais de 5.5 milhões de mulheres poderiam aceder a planos com cobertura de abortos sob a Lei de Assistência Sanitária Exeqüível já seja, mediante a expansão do programa Medicaid ou os intercâmbios de seguros médicos criados por dita lei.
Durante o debate sobre se se deve aprovar a legislação de assistência médica, o presidente Obama recebeu o apoio de muitos democratas provida ao assinar um decreto de lei que assegurava a aplicação de antigas restrições no financiamento de abortos induzidos dentro do programa de intercâmbios de seguros médicos.
No entanto, os opositores à norma consideram que isto não evitará que os subsídios federais se associem a planos de seguro que pagam por abortos e são permitidos nos intercâmbios de seguros médicos.
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