Drones: difusão e uso destas máquinas preocupam igrejas
16 de fevereiro de 2014, domingo
O Conselho Mundial das Igrejas condena a utilização de veículos aéreos não tripulados, conhecidos como ‘drones’, considerando-os ‘uma série ameaça para a humanidade’.
O comitê do CMI se reuniu nos últimos dias no Centro Ecumênico de Bossey, na Suíça, e emitiu um comunicado sublinhando que o uso desta tecnologia está permitindo países como Estados Unidos, Israel, Rússia e Reino Unido desenvolver sistemas que darão plena autonomia de combate a estas máquinas telecomandadas.
A utilização de ‘drones’ começou na guerra dos Bálcãs e foi aumentando no Afeganistão, Iraque, Iêmen, Somália, e recentemente, no Paquistão.
O comitê exorta os governos a respeitar e reconhecer o dever de proteger o direito à vida de seus cidadãos, e opor-se à violação dos direitos humanos, convidando a comunidade internacional a se opor às políticas e práticas ilegítimas.
Em novembro passado, o Arcebispo Silvano Maria Tommasi, Representante Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, se disse preocupado pelo uso de ‘drones’: “Nos últimos anos – declarou – o emprego destes aviões em conflitos armados e ações bélicas internacionais aumentou de modo exponencial. Para certos líderes, os fatores sociais, políticos, econômicos e militares podem ter modificado a equação sobre o uso de ‘drones’ armados, mas as preocupações éticas e humanitárias continuam grandes e aumentam em proporção com a sua utilização”.
Outras notícias Relacionadas Drones difusao e uso destas maquinas preocupam igrejas - Blog noticias Fe Catolica
-
Igreja é chamada a ser pobre e refúgio para os necessitados, afirma Papa Leão XIV
-
Padre Nazareno Lanciotti, missionário no Mato Grosso, é beatificado
-
Vaticano define temas que o Papa discutirá com cardeais, liturgia não está na agenda
-
Tensão na Terra Santa: Confisco de sítio histórico na Cisjordânia acende alerta para a paz e a liberdade religiosa
-
Papa Leão XIV nomeia dom Edilson Soares Nobre como bispo da diocese de Guarabira (PB)
-
Líbano, ONU: 200 crianças morreram desde o início da guerra




