Militares interrompem missa porque o bispo não rezou por Chávez
03 de junho de 2022, sexta
O arcebispo de Barquisimeto (no oeste da Venezuela), dom Antonio López Castillo, foi interrompido por duas altas patentes militares enquanto celebrava a missa da Divina Pastora, patrona da Venezuela, por não ter saudado as autoridades nacionais nem ter pedido pela recuperação do presidente Chávez, noticiou a agência Zenit.
Durante a missa houve um momento de forte tensão quando, momentos antes do ofertório, o general Freddy Hernández Parababí, chefe da 14ª Brigada de Infantaria, e o chefe do 4º Comando Regional da Guarda Nacional, general Octavio Chacón, foram até o altar para “puxar as orelhas aos curas”, de acordo com as palavras do próprio Parababí, por não ter saudado as autoridades nacionais, e nem ter rezado Chávez.
Em sua homilia, dom Lopez falou sobre a violência e afirmou diante dos féis que “matar não é Deus, o homicídio e o suicídio são pecado porque a vida é sagrada”. Acrescentou que “a violência nos destrói, procuremos viver em fraternidade”. Superado o momento de tensão, a missa continuou normalmente e, em seguida, houve a procissão da Padroeira pela cidade, com a participação de três milhões de pessoas.
Esta manifestação mariana é considerada a terceira maior do mundo, depois da Virgem de Guadalupe no México e da Virgem de Fátima em Portugal.
fonte: DomTotal
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